quinta-feira, 23 de julho de 2009

E Nelsinho Piquet, fica ou não fica?

Nos últimos dias muito tem se especulado a respeito da permanência de Nelson Piquet Junior, o Nelsinho, como piloto oficial da Equipe Renault de Fórmula 1.
Falou-se que Romain Grosjean, atual piloto de testes, substituiria Nelsinho já no GP da Hungria. O que depois foi desmentido tanto por Briatore, quanto pelo próprio piloto em resposta a Galvão Bueno.

Mas uma coisa é certa: sempre se espera resultados de um piloto. E Nelsinho não tem conseguido terminar as corridas entre os 10 primeiros, consequentemente, não têm marcado pontos.


Além do mais, Piquet Junior não chegou a concluir a prova duas vezes: na Austrália, em virtude de problemas nos freios do carro, (aliás, Fernando Alonso, seu companheiro de equipe, também enfrentou desregulagem - o que evidencia o mau trabalho nos ajustes dos carros da Renault para a corrida) e no GP de Mônaco, circuito difícil em que Sébastien Buemi bateu na traseira do brasileiro, forçando-o a largar a prova.



Durante essa primeira metade do campeonato de 2009, Nelsinho largou todas as vezes com carro qualitativamente inferior ao de Alonso, fato bastante criticado e que deve ser levado em conta para efeitos de comparação na atuação dos dois pilotos.
Piquet Junior tem contrato com a Renault até o final da temporada, e sua saída anterior à isso acarretaria multa de rescisão, o que não é bem vindo em tempos de incertezas na fórmula 1.
Mas todavia, fica ao filho do campeão mundial o aviso: é preciso mostrar que não só o sobrenome pesa: vencer é prioridade para qualquer piloto.









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